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sábado, 27 de junho de 2009
AFINAL, ACHAM QUE MAXI VAI ASSUMIR RACISMO SOZINHO?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
DANIEL ALVES É O CARA! ROGERINHO TAMBÉM É O CARA?
O chute certeiro do lateral-direito Daniel Alves, depois de "hipnotizar" a bola, salvou a Seleção Brasileira das armadilhas da zebra sul-africana, nessa quinta-feira, no estádio Ellis Park, em Johannesburg, na África do Sul. O magro placar (1 a 0) deixa a turma do técnico Dunga na final da Copa das Confederações contra os Estados Unidos. Vale a pena manter todo cuidado, afinal a zebra continua rondando o estádio Ellis Park, local da decisão de domingo.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
CUIDADO! DEU ZEBRA, DEU RAPOSA, DEU RACISMO (?) ARGENTINO
quarta-feira, 24 de junho de 2009
GIBA SE EQUILIBRA NO MELHOR ATAQUE E NA PIOR DEFESA
Ufa! Ipatinga 0 x 1 Fortaleza, gol de Marcelo Nicácio aos 14 minutos do 2º tempo. Veja o gol de Marcelo Nicácio na vitória do Fortaleza sobre Ipatinga
Ipatinga 0 x 1 Fortaleza - Estádio Ipatingão - dia 23 de junho de 2009 (terça-feira) - Oitava rodada da Segunda Divisão.
terça-feira, 23 de junho de 2009
ATÉ O SANDUÍCHE DO TIO SAM GANHOU COM A WORLD CUP
A Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, chamada originalmente de "World Cup USA 1994", pouco atraiu os americanos, embora os estádios estivessem sempre cheios. Estrangeiros de todo o mundo eram maioria nas arquibancadas. Os americanos gostam mesmo é de baseball, basketball, american football, sanduíche e coca-cola. Mas é inegável que a Copa serviu para mostrar novos caminhos ao esporte norte-americano, principalmente ao football soccer.
Vinte anos antes, o rei Pelé tentou vender a mesma idéia, quando jogou no New York Cosmos, mas, sozinho, não conseguiu muito. Com a World Cup, o professor de Biologia, Steve Saylor, rompeu fronteiras com o futebol feminino, a partir de um contato com um dirigente, durante um treinamento da Seleção da Bulgária, no Parque Esportivo da Universidade de Dallas (University Park).
Eu estava com o narrador Jair Cezarinho, com quem cobria a Copa para um pool de emissoras, quando encontrei o falante Steve (em bom português), na época com 51 anos, fanático por Pelé e técnico do time feminino Samba Soccer Califórnia. Com entusiasmo, contou-me que estudou técnicas de futebol, em São Paulo, de 75 a 79. Em 70, conheceu Pelé, depois de ter visto o Santos verncer o Corínthians, no Canindé, por 1 a 0, gol do rei.
Em 1988, Steve Saylor retornou aos Estados Unidos, trocou a Biologia pelo futebol, mas viu os frutos se multiplicarem quando a World Cup desembarcou por lá. Antes, ele tinha 100 alunos por dia; depois da Copa, saltou para 250 alunos por dia. Cada um pagava a "bagatela" de U$ 230 por uma temporada de oito meses, com direito a academia de ginástica e aulas de fundamentos - teóricas e práticas.
Bem ao lado da Universidade, numa área de treino de um estádio com grama sintética, estavam 44 crianças, inscritas no Project Summer Camp (Escola de Verão), orientadas por quatro instrutores. Um deles, o professor de Comunicação e História, Cody Shearoder, na época com 23 anos, explicopu que aqueles meninos e meninas, de 6 a 17 anos, ficavam residentes na Universidade durante uma semana, aprendendo técnicas de futebol.
É verdade. E aqueles que fossem reprovados na avaliação não seguiam treinando. Com esse critério rígido e mecânico, a Escola de Verão já tinha lista de jogadores fazendo carreira. Cody falou com orgulho que abandonou o futebol, aos 19 anos, porque não jogava bem, veio ao Brasil e estudou na Academia de Futebol Brasileira, no Rio, com o técnico Renê Simões. Naquele instante, via um futuro melhor com The National Football League.
É verdade, também, que não precisamos da Copa do Mundo para esse mesmo fim. Talvez, a Copa nos seja mais útil para melhorarmos a civilidade, a cidadania, a responsabilidade dos governos com metas e prazos. Talvez, a Copa possa ensinar aos governos que é possível fazer o básico no tempo certo, que é possível proporcionar conforto sem luxo, aplicando certo e honestamente a verba pública.
É verdade, ainda, que cada um de nós poderá ganhar frutos com a Copa do Mundo. Eu disse ganhar frutos, a partir de alguma situação, que se resume em trabalho. O diabo é que o brasileiro ainda está longe de se livrar da maldita "lei da vantagem". De qualquer maneira, estão aí os exemplos. Pensem, ainda faltam cinco anos, e virem o jogo. Usem o "fair play" e ganhem com a Copa 2014, mesmo que o Brasil não vença, em terra natal, como venceu na terra do Tio Sam.
domingo, 21 de junho de 2009
MAMMA MIA! A ITÁLIA PERDE DE NOVO E AUMENTA A FREGUESIA
Valeu Brasil!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
MEIA CIEL ESTRAGOU, MAS A GOLEIRA DIDA SALVOU A SEXTA
Eita sexta-feira reimosa, macho!
Com este espanto, o repórter Kilmer de Campos, da Rádio Globo Fortaleza, entrou no estúdio da emissora com mais notícias esportivas ruins do que boas para o programa das 18 horas. E como se não bastasse a demissão do técnico Muricy Ramalho, o roubo no hotel da Seleção do Egito, a desistência do meia Jorge Henrique... Veio a primeira noitada do meia-atacante Ciel (foto) e o primeiro treino perdido para ferver a cabeça do técnico PC Gusmão, do Ceará.
Partiu do técnico a palavra de crédito para a volta "regenerada" do jogador. Mesmo depois de ter sido preso, em Natal (RN), em mais uma de suas confusões em noitadas, Ciel jurou estar regenerado, casado e convertido ao Evangelho. A jura só durou 23 dias. Nesse período, só jogou 47 minutos (Ceará 2 x 1 São Caetano) com a camisa 33 (número que lembra a idade de Cristo).
O presidente do Ceará, Evandro Leitão, deixou para decidir sobre o caso Ciel no expediente da segunda-feira, mas suspendeu o jogador das atividades do clube. Para completar o noticiário amargo do alvinegro, o meia Jorge Henrique trocou o Nordeste pelo exterior - não vem mais -, o zagueiro Henrique, os atacantes Branquinho e André Néris acertaram suas rescisões.
ROUBARAM OS EGÍPCIOS
Os egípcios fizeram os italianos chorar, na última quinta-feira, quando venceram a Azurra por 1 x 0, em Johanesburgo, pela Copa das Confederações. Quando voltou ao hotel onde estava hospedada, a Seleção do Egito chorou também, apesar de ter respirado aliviada mais tarde: saquearam cinco quartos da delegação, mas só levaram dinheiro de um deles.
Foi o primeiro caso de roubo na história da Copa das Confederações. Como já estava previsto, a segurança é um ponto que merece atenção redobrada dos organizadores do Mundial 2010, na África do Sul. Por falar em roubo no futebol, eu nem me lembrava mais daquelas tardes em que o ponta esquerda do nosso time, apelidado de Caititu, roubava nossos últimos centavos enquando suávamos no "clássico baba das 5", relembrando minha infância baiana em baianês.
QUEM DIRIA, CAI MURICY RAMALHO
O técnico Muricy Ramalho foi demitido do comando do São Paulo, nesta sexta-feira, depois de muito suspense na Barra Funda. A saída de Muricy acontece após três anos e meio à frente da equipe tricolor, período em que ganhou três Campeonatos Brasileiros, mas tropeçou em quatro Libertadores da América - o título dos sonhos dos dirigentes.
O aproveitamento de Muricy Ramalho, no São Paulo, foi de 63 % dos pontos disputados, mas ter sido eliminado quatro vez, na Libertadores, por equipes brasileiras, derrubou todos os números positivos do treinador. De forma até consagrada, silenciosamente Muricy Ramalho deixa o Morumbi.
A trajetória que derrubou Muricy foi a seguinte: caiu para o Internacional na final, em 2006; para o Grêmio nas oitavas, em 2007; para o Fluminense nas quartas, em 2008 e para o Cruzeiro nas quartas deste ano. Em 2008, após sua terceira eliminação consecutiva, na Libertadores, Muricy sofreu forte pressão de alguns diretores, mas o presidente Juvenal Juvêncio o convenceu a ficar. Agora, não deu.
PELO MENOS UMA NOTÍCIA BOA
Salvou o noticiário, a notícia da convocação da goleira Ana Lúcia, a Dida, (foto) da Seleção Feminina de Caucaia (CE), para integrar a Seleção Brasileira que vai disputar o 15º Campeonato Sul-Americano Sub-17, em Santiago do Chile, de 23 a 28 deste mês. Dida é baiana, de Simões Filho, e veio ao Ceará em busca de espaço. Ganhou (por mérito) o melhor presente que todo atleta quer ganhar.
Brasil 3 x 0 Estados Unidos Copa das Confederações em 18/06/09
Os três gols do Brasil (Felipe Melo, Robinho e Maicon), em Pretória, África do Sul.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
BRASIL VENCE FÁCIL E AZURRA CAI PARA OS EGÍPCIOS
Mesmo poupando quatro jogadores (Juan, Kleber, Daniel Alves e Elano) o Brasil venceu os Estados Unidos, por 3 a 0, nesta quinta-feira, em Pretória, com boas atuações dos substitutos Miranda, André Santos, Maicon e Ramires. Felipe Melo, Robinho e Maicon fizeram os gols brasileiros. Dunga admite continuar poupando titulares nessa fase.
COPAS TAMBÉM SERVEM PARA MUDANÇAS E ESPERANÇAS
Nada resiste ao tempo. Não seria o futebol a mais resistente das práticas ortodoxas. Aos poucos, a cada Copa do Mundo, as regras e os conceitos vão sofrendo graduais mudanças, ainda que lentamente. As Regras do Jogo, sujeitas a análises e aprovações da Fifa, sofrem mudanças a "conta-gotas". Os conceitos táticos, por exemplo, mudam pela liberdade de criação de cada profissional da bola - a exemplo do "carrosel holandês", em 1974.
A Copa de 1994, nos Estados Unidos, acenou com várias novidades: as vitórias passaram a valer três pontos com o objetivo de evitar que se chegasse à segunda fase sem vitórias e os goleiros foram impedidos de segurar a bola recuada para aumentar o tempo de jogo. No entanto, até hoje, a Fifa não aprovou a cobrança de lateral com os pés.
Ainda na Copa de 1994, as camisas dos jogadores foram personalizadas, isto é, receberam nomes dos artistas do espetáculo. A última mudança nesse aspécto havia ocorrido 44 anos atrás: foi na Copa de 1950, quando as camisas ganharam número. O Brasil usava a numeração de 1 a 11, mas algumas seleções recorriam até à ordem alfabética de nomes para numerar os jogadores.
Por isso, em 1978, o goleiro argentino Fillol jogou com a camisa 6. Antes, em 1958, na Suécia, por desorganização da CBD, a numeração do Brasil foi aplicada por um cartola uruguaio. Resultado: o goleiro reserva Castilho recebeu a camisa 1, o ponta direita Garrincha recebeu a camisa 11 e o ponta esquerda Zagallo recebeu a camisa 7. Pelé recebeu a camisa 10.
A partir dali, a camisa 10 virou sinônimo de craques como o argentino Kempes, o italiano Roberto Baggio e os brasileiros Zico, Rivaldo, Rivelino - só pra citar alguns. O meia Diego Maradona, exigia a camisa 10. O capitão argentino Daniel Passarela, no entanto, jogava com a 18. No Brasil, o apoiador Falcão jogava com a 5.
Os olhares estão voltados, agora, para a África do Sul. Quais mudanças a Copa de 2010 poderá concretizar? Já tivemos uma sútil demonstração na última segunda-feira (15/6), quando o Brasil obteve uma vitória apertada (4 x 3) sobre o Egito pela Copa das Confederações. O árbitro inglês, Howard Webb, demorou mas marcou o pênalti claro que escapou aos seus olhos.
Eram 43 minutos do segundo tempo, o egípcio, El Mohamadi, meteu o braço na bola. O goleiro El Hadary já estava batido. Boa parte do público que lotava o estádio Free State ficou em suspense. Jogadores brasileiros pressionavam até que o árbitro resolveu expulsar o infrator e marcar o pênalti. Essa mudança de atitude, respaldada pela razão, está anunciada.
Assim como os treinadores imitaram o "carrosel holandês" para melhorar a tática do jogo, assim como os locutores esportivos já não anotam mais as formações dos times com números de 1 a 11, entre tantas mudanças, que a Copa da África deixe escrito que os árbitros (que já não se vestem de preto) não são os deuses do futebol ou os juízes do absurdo.
Veja o lance dos momentos finais de Brasil 4 x 3 Egito:
segunda-feira, 15 de junho de 2009
RESPOSTA AO AMIGO-EDITOR PREOCUPADO COM A COPA 2014
Na minha rotina diária de checar mensagens que chegam por e-mail eis que encontro um recado do jornalista responsável pela publicação da Revista Tá na Área. Na verdade, ele foi inspirado por uma brincadeira, sobre a Copa 2014, que recebi e o enviei.
Leiam o recado como foi postado (ipsis litteris) no meu e-mail:
- Falando nisso, meu camarada, convoco vc para mais um artigo na nossa Tá na Área. O tema é justamente a Copa em Fortaleza. Estarei trazendo, agora em junho, uma cobertura bem crítica sobre os desafios que a nossa capital enfrentará para receber o Mundial. Aguardo teu artigo, vc tem liberdade total. Fechamento da revista: quarta-feira (17/6). Abraços, Pepo Melo.
Respondi ao dileto amigo-jornalista-editor, Pepo Melo, com as seguintes linhas:
Você é contra ou a favor da realização da Copa do Mundo, em 2014, no Brasil?
Claro que eu não sei qual é a sua resposta, caro leitor, mas imagino quantos questionamentos esta pergunta pode provocar. A cada dia que ficamos mais próximos da Copa surgem novos e desconfiados debates.
Mas, por que isso?
Como contestar um evento que vai gerar dinheiro?
Até agora só ouvimos falar nos investimentos bilionários, mas é preciso lembrar que esses investimentos vão gerar ganhos, também, depois do período da Copa. Em Fortaleza, por exemplo, serão investidos R$ 9,4 bilhões em obras de infra-estrutura, abrangendo diversos setores da cidade.
Segundo o governador, Cid Gomes, mais da metade do dinheiro já está assegurada. A iniciativa privada irá absorver boa parte dos investimentos, principalmente, nos setores de turismo, transporte e hotelaria.
A verdade é que não precisamos construir outro Brasil ou as 12 subsedes, como queiram. Precisamos, sim, construir obras básicas, como transporte urbano mais ágil e confortável, estradas de verdade e complexos esportivos.
Essas obras já existiriam se esse País fosse levado a sério. Do mesmo jeito, não precisaríamos melhorar hospitais, delegacias, aeroporto, escolas, áreas de lazer e moradias populares. Lamentável é saber que tudo isso pode ser feito em nome da Copa do Mundo.
E qual é o pecado que a Copa nos traz?
O pecado é a desconfiança. Historicamente, o povo aprendeu a desconfiar dos políticos brasileiros. O que mais incomoda, na verdade, é saber que muita gente não perderá a oportunidade de fazer farra com o dinheiro público. E o pior. Nada acontecerá depois.
Nenhum país deixou de realizar Copa do Mundo por causa da pobreza ou da corrupção. São dois extremos que merecem ser tratados com justiça e rigor. É bom lembrar que a Fifa - Federação Internacional de Futebol não exige luxo; exige segurança, conforto e praticidade - condições básicas em qualquer lugar.
Tomemos como exemplo o que disse John Kennedy, em 1961, quando tomou posse como presidente dos Estados Unidos da América: Não pergunte o que o seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país.
Que venha a Copa. Que eles (governos, investidores e CBF) não envergonhem o Brasil. E, se o time político estiver fraco, teremos duas oportunidades (outubro/2010 e outubro/2012) para mexer. Aí, sim, como aconselhou John Kennedy, faremos a nossa parte.
Ficou curioso? Mande-me um recado por e-mail e receberás o slide com a brincadeira.
sábado, 13 de junho de 2009
ERROS DEMAIS FORA DE CAMPO. BOLA MURCHA EM CAMPO
Na sequência da sexta rodada da Segundona, o Fortaleza venceu o Juventude, por 3 a 2, no Castelão, com gols de Marcelo Nicácio (foto), Luiz Carlos e Cleisson. O resultado deixou o tricolor na l6ª posição na classificação. Depois do jogo, o repórter Aloísio Lima, da Rádio Globo, confirmou a contratação do meia Christian (esteve no clube em 2007) e do lateral direito Jailson (esteve no Paulista de Jundiaí no início do ano).
sexta-feira, 12 de junho de 2009
DECIDA: VAI VER O JOGO OU VAI PRESENTEAR A NAMORADA
quinta-feira, 11 de junho de 2009
MP PEGA DIRIGENTE QUE NÃO QUER ÁRBITRA EM JOGO "MACHO"
Atenção Senhores!
O aviso é direto para os dirigentes esportivos que não conseguem engolir as "barbeiragens" de árbitros e seus assistentes. A quantidade de erros nos jogos, pelo Brasil a fora, acumula material suficiente para montar um rico material de aprendizado. A Comissão de Arbitragem da CBF - Confederação Brasileira de Futebol não consegue melhorar o nível dos árbitros. O resultado é uma sucessão de erros e muita confusão. Mas tenham cuidado com o que falam.
O Ministério Público do Trabalho - MPT anunciou, em Salvador, que indiciará, em inquérito civil público, o vice-presidente executivo do Vitória, Jorge Sampaio, por prática de discriminação sexual contra a árbitra de futebol, Márcia Bezerra Lopes Caetano (Fifa-RO). Na avaliação do Órgão, ela (foto) foi ofendida pelo dirigente após não validar, no último domingo, 7 de maio, um gol do Vitória contra o Palmeiras, pelo Campeonato Brasileiro.
Para Jorge Sampaio, a assistente cometeu um erro grave ao não ver que o goleiro Marcos, do Palmeiras, pegou dentro do gol uma bola cabeceada pelo atacante rubro-negro, Roger. Após o jogo, Sampaio pediu o afastamento da arbitragem feminina nas partidas entre homens.
"Quero um encontro com o Sérgio Corrêa (chefe da Comissão de Arbitragem) para mostrar à CBF que mulher tem que apitar e bandeirar jogo de mulher. Futebol feminino existe para isso. A bola entrou e não foi pouco. Pelo menos dois palmos", bradou o indignado dirigente.
O indiciamento foi pedido pelo coordenador do Núcleo de Combate à Discriminação no Trabalho do MPT/BA, procurador Manoel Jorge e Silva Neto. Segundo ele, “é inadmissível que em pleno século 21 ainda persistam idéias discriminatórias com as referidas pelo dirigente de futebol do Esporte Clube Vitória”.
Uma coisa é certa: a bola ultrapassou a linha antes da defesa do goleiro Marcos e o Palmeiras ganhou o jogo por 2 a 1. Ontem, o atacante argentino Tevez perdeu um pênalti e perdeu o jogo, por 2 a 0, para o Equador. Nenhum argentino reclamou, mas o árbitro chileno, Carlos Chandía, deveria ter mandado repetir a cobrança. O goleiro Elyzaga se adiantou e tirou vantagem.
Palmas para o Ministério Público do Trabalho, que mostrou estar vigilante, pelo menos com o futebol. O dirigente terá de responder pela "discriminação sexual", enquanto a Comissão de Arbitragem da CBF continua de braços cruzados, assistindo a erros que chegam a alterar o resultado do jogo.
O Ministério Público do Trabalho tenta manter o respeito social; a Comissão de Arbitragem joga embaixo do tapete da CBF o rosário de erros do seu quadro de árbitros. Também pudera. O que faz a Fifa - Federação Internacional de Futebol para melhorar a qualidade dos árbitros ou diminuir o índice de erros desses "poderosos"?
Veja o vídeo com as declarações de Jorge Sampaio:
quarta-feira, 10 de junho de 2009
EQUADOR DÁ CHOCOLATE NA ARGENTINA E BRASIL É LÍDER
A rodada desta quarta-feira, pelas eliminatórias do Mundial de 2010, na África do Sul, só apresentou um resultado surpreendente: Equador 2 x 0 Argentina de Diego Maradona (foto), apesar do jogo ter sido realizado na altitude de Quito - a 2.850 metros acima do nível do mar, uma das cidades mais elevadas do mundo. Com o resultado, os equatorianos somam 20 pontos, ocupam a quinta colocação e entram na zona da repescagem.
Os jornais do Equador registraram a vitória, salientando que "está mais próximo o sonho da Copa da África do Sul". A imprensa local valorizou a imposição tática do Equador, que obrigou a Argentina a jogar nos contra-ataques de Messi. Teves perdeu um pênalti ainda no primeiro tempo. Em nove jogos, foi a terceira vitória do Equador.
E a Seleção Brasileira assume a liderança, com 27 pontos, após a vitória sobre o Paraguai, com o placar de 2 x 1, de virada, no estádio do Arruda, em Recife, perante 56 mil torcedores. O artilheiro Cabañas abriu o placar aos 25 minutos e Robinho (foto) empatou aos 40. O artilheiro Nilmar desempatou aos 4 minutos do segundo tempo.
Apesar das críticas à falta de conjunto e de jogadas ensaiadas, os jogadores brasileiros correram muito e conseguiram superar o futebol paraguaio - líder do primeiro turno. O técnico Dunga segue uma trajetória parecida com aquela de Carlos Alberto Parreira, em 1994, quando a Seleção vencia com dificuldades, mas terminou conquistando a Copa dos Estados Unidos.
Resultados da rodada:
Brasil 2 x 1 Paraguai
Equador 2 x 0 Argentina
Colômbia 1 x 0 Peru
Chile 4 x 0 Bolívia
Venezuela 2 x 2 Uruguai
Classificação - (os cinco classificáveis)
Brasil - 27 pontos
Chile 26 pontos
Paraguai - 24 pontos
Argentina - 22 pontos
Equador - 20 pontos
ORA, BOLAS. USEM O FUTEBOL CONTRA O CRACK DO MAL!
Todos dizem, a uma só voz, que o esporte é o melhor remédio para curar os doentes das drogas e o melhor alimento para ter uma vida saudável. Os governos também usam essa máxima, principalmente, em tempos de campanha eleitoral, mas a prática não é bem essa. terça-feira, 9 de junho de 2009
AIR FRANCE: PERITO NÃO QUER ENCONTRAR CORPO DA FILHA
O bombardeio de notícias sobre o voo AF 447, da Air France, chegou até meus ombros. Ontem, fui convocado para entrevistar o engenheiro mecânico, aposentado, Marten Van Sluys, 76 anos, perito naval, pai de Adriana Sluij, 40 anos, uma das 228 vítimas desse enigmático desastre aéreo, ocorrido no último domingo de maio. Adriana, que nasceu na Holanda "por acaso", falava quatro idiomas e viajava como assessora da Petrobras para a Coréia do Sul, com escala na França.
Na cidade portuária de Busan iria representar a empresa numa cerimônia de entrega de um navio plataforma pelos sul-coreanos. Meia hora antes do embarque, no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, Adriana falou com o pai, por telefone, disse que estava feliz, mas tinha medo de atentados. Marden a tranquilizou: "Essa rivalidade entre as Coréias é encenação".
Depois disso, a notícia do sumiço do avião. O engenheiro juntou-se a amigos dele, especialistas em voos internacionais, para entender o que pode ter havido. Enfim, chegaram a uma hipótese mais provável: "Houve desatenção da tripulação; em seguida, um forte e surpreendente impacto; despressurização e queda livre", concluem.
Nada fora de série, mas são hipóteses que sossegam o veterano homem do mar. Para Marden Van Sluys, tudo acabou. Quer guardar apenas a lembrança de uma filha brilhante. "Peço a Deus para que o corpo dela não seja encontrado - será melhor assim", fala resignado.
TRECHOS DA ENTREVISTA
DESATENÇÃO - Antes de desaparecer dos radares, o Airbus da Air France foi acompanhado de perto por um avião da companhia espanhola Ibéria, que desviou de seu trajeto original para evitar uma forte turbulência. Por que a tripulação da Air France não tomou a mesma decisão?
ROTA DE COLISÃO - Quando percebeu a área de turbulência à sua frente, o comandante do IB 6024 desviou da rota e não viu mais sinais do AF 447 em seu radar. No espaço aéreo do Senegal também já não havia sinal do avião francês.
DEMORA - Para o veterano perito, houve demora na reação da tripulação para uma situação que estava prevista, isto é, forte tempestade. Por que a demora?
DESPRESSURIZAÇÃO - O forte impacto provoca ruptura da fuzelagem do avião. Destroços e corpos podem ser atirados a quilômetros de distância. Geralmente aparecem uma semana depois, como está acontecendo.
EMOÇÃO - Depois de ter perdido a esperança, o holandês Marten Van Sluys prefere que o corpo da filha não seja encontrado. "Assim, seria melhor", garante.
CARREIRA BRILHANTE - Adriana Sluij falava Português, Holandês, Inglês e Espanhol. Era solteira, querida entre os colegas e amigos, deixou pai e três irmãos. Todos tinham orgulho dela.
Esta é apenas uma das 228 histórias que recheiam as notícias do voo 447, que saiu do Aeroporto Tom Jobim, na noite do dia 31 de maio/2009, com chegada prevista ao Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, na manhã seguinte, às 6h de Brasília. Todos ainda vivem a expectativa da notícia final.
O Tribunal de Paris anunciou a abertura de um processo de "homicídio culposo", atendendo a pedido do Ministério Público local. De acordo com o tribunal, a investigação aberta não se dirige contra nada ou ninguém em particular. Salienta, ainda, que não foi indicado que haja qualquer evidência de criminalidade no caso.
Colaboração e vídeo: Edinho Araujo.
domingo, 7 de junho de 2009
CULTURAIS (E NÃO ENTENDIDAS) RESENHAS DE BOTEQUIM
Desculpem-me, caros internautas.
Gotaria de ter escrito algo mais interessante nesse domingo de sol radiante aqui, em Fortaleza, cidade de clima tropical, no estado Ceará, que tem enfrentado um período muito chuvoso nos últimos oito meses - situação pouco comum nessa região do Brasil. Ocorre que não resisti ao convite do amigo Demyr Jack para visitarmos a casa do irmão dele, o Vilmar.
O Demyr prometeu, mas não foi. Seguimos na frente (eu, professor-radiologista Zé Armando, Dr. Ronaldo e o artista plástico Filé, vulgo Rádio). Vilmar, músico pagodeiro, já nos esperava com carne assada, uma gostosa feijoada, bebida na mesa e clips sensacionais, entre eles, Clara Nunes, Beth Carvalho, turma da Mangueira e outras preciosidades.
O Filé quase se converteu ao candomblé só de ouvir Clara Nunes, o Dr. Ronaldo ganhou uma coleção que trata da Hermenêutica Jurídica, de Alípio Silveira, e Zé Armando foi quem mais saboreou a feijoada. Eu aproveitei de tudo um pouco. Rara oportunidade.
De volta, fim de tarde, quase entramos numa blitz do Detran. Zé Armando suou frio. Vilmar comentou a fortuna arrecadada pelos órgãos de trânsito (só a AMC - autarquia municipal - prevê arrecadar R$ 40 milhões este ano) e chegamos à conclusão que o governo ganha mais do que o povo. A arrecadação aumentou, mas o número de acidentes não diminuiu.
E nem vamos falar das pistas esburacadas nas rodovias e nas cidades. O Fusca sobreviveu ao massacre dos buracos e chegamos ao Bar do Canecão, no Meireles, onde encontramos o zagueiro Bau, o professor Neiva, o distinto Tarzan e o "cantor" Queca. Nova resenha começou.
Tarzan tinha um sapato usado dentro de uma embalagem nova e tentou vender ao Canecão como novidade. Estilo brutos, Canecão atirou a caixa no peito do Tarzan - assim conhecido pela fama de carregar objetos pesados. Tarzan deixou uma lição: Abaixo o preconceito! O último que ele derrubou foi o exame de próstata e, depois disso, já mudou alguns conceitos...
Entre uma discussão e outra, sempre um aprendizado. O "cantor" Queca ensaiou alguns versos de uma canção de Antonio Marcos, com o título "Quem Dá Mais", cujo refrão diz: "Quem dá mais, por um cara que ousou acreditar nos seus / Quem dá mais, por um homem que insiste na palavra Deus / Quem dá mais, por um louco que discorda do computador / Quem dá mais, por um velho ultrapassado que ainda crê no amor".
Estabeleceu-se uma grande confusão. Trocaram Deus por Zeus e vieram as explicações em torno da mitologia grega. "Zeus é o rei dos deuses, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Seus símbolos são o relâmpago, a águia, o touro e o carvalho. É conhecido por suas aventuras eróticas, que resultaram em muitos filhos ilegítimos", ensinou Dr. Ronaldo.
Mas não era nada disso, a música fala mesmo é de Deus. Tudo superado, aprendizados de botequim à parte, recados consultados no celular, consultas no blog e o mapa geovisite mostrava muitas visitas (obrigado). Resolvi escrever, embalado pela sargenta Soraya, que ficou de plantão e perdeu a cultura ambulante que as andanças nos dão.
As mulheres nunca acreditam que aprendemos com os amigos, nas resenhas do botequim, enquanto elas se preocupam conosco. No final, voltamos para casa mais sábios. Mesmo assim, nenhum companheiro jamais conseguiu convencê-las de que gastamos todo esse tempo trocando idéias sobre temas que, provavelmente, não nos levarão a lugar algum.
Atire a primeira pedra quem discorda de mim!
sábado, 6 de junho de 2009
"CARRASCO" URUGUAIO GHIGGIA VIVE PESADELO EM CASA
UM BOM "FEIJÃO COM ARROZ" APAGA A LANTERNA DO VOVÔ
Os torcedores do Ceará não sossegam, desde a noite de ontem, quando o alvinegro perdeu para o Vila Nova (GO), no estádio Serra Dourada, por 1 x 0, gol de Washington, aos 11 minutos do primeiro tempo. Seja pelo telefone, pelo e-mail ou pessoalmente, a maioria expõe preocupação com o futuro do time na Segundona.
O HOMEM AVESTRUZ E SUA VORACIDADE
Alguém o conhece?
FORTALEZA CEDE EMPATE E EXPÕE CONTRADIÇÕES
O empate entre Fortaleza e Duque de Caxias, em 1 a 1, no Castelão, nessa sexta-feira, serviu para expor várias contradições. A ótica da imprensa fluminense viu o jogo com miupia e escreveu: "Resume o primeiro tempo o fato de o árbitro Rogério Lima da Rocha tê-lo encerrado antes mesmo do relógio marcar 45 minutos. Apesar de precisarem do resultado, as duas equipes se portaram mal".- O Fortaleza foi lento e incompetente nas finalizações, enquanto o Duque de Caxias dedicou-se apenas à marcação. No segundo tempo, a partida seguia morna, sem nenhuma chance capital quando, aos 40 minutos, a defensa cearense cochilou e, após bate-rebate na área, Edivaldo empurrou a bola para o gol, finalizou.
Para a imprensa cearense, destaque para o gol de Luis Carlos, aos 4 minutos, aproveitando um passe preciso do meia Eusébio (foto), que entrara no lugar do volante Kiko. O atacante Bambam, cotado para a Seleção Brasileira Sub-20, que entrara no lugar de Bismarck, não rendeu como um pré-convocado.
Lembram-se que o técnico Mirandinha, antes de deixar o Fortaleza, falou de baixo rendimento físico, escalou Eusébio no meio-campo para dar velocidade, tirou o lento Álvaro Búfalo do time, pediu contratações de qualidade e reclamou da individualidade do atacante Bambam?
Depois de ter visto esses e mais alguns problemas, o técnico Giba não escondeu que quer dois ou três jogadores de qualidade para dar nova dinâmica ao time do Fortaleza. Giba ainda lamentou ter perdido Eusébio, por contusão, e reconheceu o cansaço da equipe.
Que mal pergunte o torcedor:
Por que tantos jogadores do Fortaleza estão, constantemente, sofrendo lesões musculares?
Por que o time do Fortaleza se "arrasta" nos últimos 15 a 20 minutos do segundo tempo?
quinta-feira, 4 de junho de 2009
A IRA DA GUERRA PERDE PARA AS BESTAS-FERAS DO FUTEBOL
Os deuses do futebol devem estar perguntando: Por que a bestialidade toma conta de torcedores que se dizem apaixonados pelos times que torcem? Nem a ira da guerra se compara a essas bestas-feras. Talvez, eles não saibam que, em 1969, uma sangrenta guerra civil parou, no antigo Congo Belga, para ver o futebol do genial Pelé, o Rei, durante uma excursão do Santos à África. NÚMEROS DE RICOS, FUTEBOL DE POBRES
Os números do futebol cearense dão a falsa idéia de que estamos no paraíso da bola. Ceará e Fortaleza somam mais de 80 jogadores, a média de público nos jogos locais está entre as melhores do País, alguns salários são comparados aos oferecidos por grandes clubes e, por último, os investimentos anunciados para subsediar a Copa do Mundo/2014 são bilionários.
A comissão técnica do Ceará consome cerca de R$ 100 mil; a do Fortaleza cerca de R$ 60 mil. O teto salarial dos jogadores dos dois clubes chega a R$ 25 mil. O público médio nos jogos locais do Ceará, em 2008, foi de 6.273 torcedores; nos jogos do Fortaleza foi de 8.360 torcedores. Só para comparar, no mesmo período, o futebol carioca teve média de 7 mil torcedores por jogo.
Os números são bons, mas os resultados são fracos: campanhas que não empolgam na Copa do Brasil nem no Campeonato Brasileiro, divisões de base que não revelam craques e dirigentes que não se entendem. Com esse cenário, os importantes investidores não são atraídos e as perspectivas são cada vez mais sombrias.
A turbulência mais recente ocorreu na diretoria do Ferroviário, que mantinha uma parceria com a AAFAC - Associação dos Amigos do Ferroviário Atlético Clube, principal colaboradora do presidente Paulo Wagner. Falta de prestação de contas foi o motivo apresentado pelos dirigentes da entidade que se afasta.
As divisões de base não recebem investimentos, mas é comum saber que Ceará, Fortaleza e Ferroviário negociam logo suas revelações. Recentemente, o Fortaleza negociou o atacante Osvaldo para o Oriente Médio e o Ferroviário exportou um time inteiro. Longe dos olofotes da mídia, o Icasa negociou o atacante Leozinho para o Curitiba. E as prestações de contas?
O BARCO FIRME DE UM NAVEGANTE
Aqui estou tal qual o vento
Sigo uma direção que pode mudar
Pra você sou como a brisa da tarde
Pra outros tantos, um sopro no ar.
~
Você reage como um barco firme
Velas que direcionam
Bússola na mão
Águas a singrar.
~
Vento e vela não brigam pelo norte
Vela aponta a direção
Vento leva o barco sem ajuda da mão
Juntos seguem com sol ou trovão.
~
Vento leva a nuvem passageira
Vela leva o barco pra onde queira
Nuvem dissipa, vento ciclone
Vela firme, terra à vista.
~
Quando o vento muda a direção
Quando a vela perde a função
Mãos ao remo, remadas firmes
A vela perde o vento, o barco não perde o leme.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
NÁUTICO É BI NA TAÇA BRASIL. GOLEIRO CEARENSE É DESTAQUE
O Náutico (PE) sagrou-se campeão da 16ª Taça Brasil de Clubes, categoria sub-15 masculina, após o triunfo sobre o Vasco da Gama (RJ), por 2 a 1, em Goiânia (GO), que abrigou a fase decisiva do campeonato. Com o título, a equipe recifense mantém a hegemonia dos pernambucanos sobre os cariocas. Em 2007, os cruz-maltinos foram superados pelo Santa Cruz, por 2 a 1, tendo ficado com o vice-campeonato da Taça Brasil de Futsal, na ocasião.
GIBA x DUQUE DE CAXIAS; PC GUSMÃO ENFRENTA O JEJUM
TREINADORES NA GANGORRA ENTRE O CÉU E O INFERNO
O Campeonato Brasileiro mal começou - quinta rodada - e, na segunda divisão, oito equipes já trocaram os técnicos, entre eles, apenas o Zé Teodoro não foi demitido - trocou o Ceará pelo Juventude (RS). No novo clube, Zé Teodoro já acumula duas derrotas: perdeu fora de casa, 2 x 0 para o Brasiliense; e dentro de casa, 1 x 0 para o Paraná.
terça-feira, 2 de junho de 2009
SUBSEDES DA COPA CORREM CONTRA O TEMPO



