Uma história que merece ser contada para quem não conhece ou já não se lembra mais.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Copa do Nordeste volta em alto estilo
A Copa do Nordeste 2013 (nova versão) foi lançada em grande estilo.
Apoio oficial da CBF, organização, cobertura financeira, patrocínios, premiação apetitosa e a possibilidade de uma vaga na Sul-Americana 2014. Uma receita ideal para o sucesso nas arquibancadas e nos gramados.
Os dirigentes dos clubes demonstraram satisfação e segurança. O regulamento, previamente definido, com a garantia de equipes titulares na competição sinaliza para o sucesso dos jogos.
A Copa do Nordeste será realizada em 12 das 23 datas destinadas aos campeonatos estaduais, de janeiro a março. Os clubes integrantes da Copa não disputam a primeira fase dos estaduais. Essa é a boa nova.
As Federações terão a incumbência de reformar a forma de disputa dos estaduais. Há uma sutil reação dos clubes menores, que esperam os grandes para fazer caixa, mas é preciso encontrar outras saídas.
Entendo que a competição volta melhor que as outras nove edições. Agora, só depende dos clubes. Tudo que reclamamos nos estaduais está na Copa do Nordeste. Um exemplo, inclusive, para os estaduais.
Grupo A
Bahia, Ceará, ABC/RN e Itabaiana/SE.
Grupo B
Sport/PE, Fortaleza, Confiança/SE e Sousa/PB
Grupo C
Vitória/BA, América/RN, ASA/AL e Salgueiro/PE
Grupo D
Santa Cruz/PE, CRB/AL, Campinense/SE e Feirense/BA
Na primeira fase, os jogos serão entre si, no mesmo grupo, ida e volta, para saírem oito classificados: dois de cada grupo.
Na segunda fase, os cruzamentos serão da seguinte forma, jogos de ida e volta: A1 x C2 / C1 x A2 = B1 x D2 / D1 x B2 para saírem quatro semifinalistas - dois de cada lado do cruzamento, de onde sairão os finalistas.
As rodadas de meio de semana terão quatro horários, sendo dois às quartas-feiras e dois às quintas. As rodadas de fim de semana terão dois horários aos sábados e dois aos domingos.
A tabela completa deve ser publicada até a semana que vem, segundo expectativa do diretor de competições da CBF, Virgílio Elisio.
Boa sorte!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Sebá é modelo para nossas bases
O Fortaleza Esporte Clube deve contratar, por indicação do seu novo treinador, Nedo Xavier, o atacante Sebá, um jovem atacante de 19 anos. O que chama a atenção de qualquer observador é a experiência do jogador, apesar de ainda ter idade para divisão de base, por conta de estar sendo preparado desde os 9 anos de idade.
O baiano Sebá chegou ao Cruzeiro em 2008, depois de ter feito 11 gols, no Baianão de 2007, pelo time da ABB/BA. Ele tinha apenas 15 anos, mas vinha de uma preparação que começou em 2001, no Esporte Clube Vitória. Antes da notável artilharia na ABB, Sebá ainda jogou no Esporte Clube Bahia, de 2004 a 2007.
O atacante não ganhou destaque por acaso. Desde 2004 conquista títulos nas categorias de base, senão vejamos: Copa Tricolor sub-14 2004, Gothia Cup sub-16 2008, Copa Macaé sub-17 2009, Copa Integração sub-17 2009, Campeonato Mineiro Juvenil 2009 e Copa Integração sub-20 2010.
São pequenos detalhes, para alguns, que fazem a grande diferença. Sebá fez carreira na base, onde teve tempo de aprender fundamentos e corrigir os eventuais defeitos. Claro, ainda não é o artilheiro que todo time grande procura, mas está bem à frente dos nossos garotos da base.
O Sebá pode servir de modelo. Assim como não se monta um time em dias, não é possível formar um bom jogador em meses, sem disputar competições com graus diferentes de dificuldades e sem tempo para corrigir os defeitos naturais de todo aprendiz.
Aqui, bem embaixo do nosso nariz, o trabalho feito por Fortaleza, Ceará e Ferroviário precisa apenas de planejamento mínimo, investimento em todos os setores da base e valorização daqueles jogadores que se destacam em campo com atenção à família e contratos diferenciados.
Essa é outra fronteira imaginária que o futebol cearense precisa atravessar.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Trailer Oficial Bahêa Minha Vida
Uma homenagem aos tricolores da Boa Terra. Somente quem já esteve na arquibancada de um grande estádio de futebol em dia de clássico; somente quem já esteve lá dentro de campo, embalado por milhares de alucinados na arquibancada; somente quem já narrou essas emoções podem dimensionar os "exageros" que saem da boca de cada uma dessas pessoas.
No fundo não há "exageros", há paixão mesmo!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Sobra torcida, falta bola no Nordeste
O blog "Pombo sem asa", escrito pelo jornalista Bernardo Pombo, no site globo.com, apresenta uma estatística com 100 clubes das quatro séries do Campeonato Brasileiro 2011. Sete clubes do Nordeste e um do Norte do país estão entre os 25 melhores colocados no ranking.
O melhor posicionado é o Santa Cruz/PE com a média de 33.450 pagantes por jogo, somando 167.250 torcedores em cinco jogos da Série D, números que o Santa arrasta desde a temporada passada, quando aumentou a pressão pelo retorno à Série C.
O Esporte Clube Bahia é o quarto colocado com média de 21.060 torcedores por jogo, somando 273.785 pagantes em 13 jogos na Série A. O Sport do Recife é sexto colocado com média de 17.698 pagantes por jogo, somando 230.074 torcedores em 13 jogos na Série B.
Na 15ª colocação está o Ceará Sporting com 11.201 pagantes por jogo, somando 145.612 torcedores em 13 jogos na Série A. O Náutico é outro pernambucano ocupando a 21ª posição com 9.704 pagantes por jogo, somando 116.444 torcedores em 12 jogos na Série B.
O Esporte Clube Vitória é o segundo baiano, ocupando a 22ª posição com média de 9.501 pagantes por jogo, somando 114.012 torcedores em 12 jogos na Série B. O Fortaleza Esporte Clube é o 25º colocado com média de 8.503 pagantes por jogo, somando 34.013 torcedores em quatro jogos na Série C.
Alguns números causaram espanto na mídia do Sul e Sudeste, que insiste em fazer "vistas grossas" para o potencial de público das regiões mais pobres do país. O Paysandu/PA, por exemplo, se arrasta na Série C, mesmo assim ostenta a 17ª posição no ranking, acima do Vasco da Gama/RJ, líder do campeonato.
Lamentável que o cenário favorável, quando o assunto é potencial de torcida, não seja aproveitado com administrações capazes de garantir finanças saudáveis e, consequentemente, equipes competitivas no gramado. Temos o Remo/PA, outra força na arquibancada, fora das quatro divisões nacionais.
Estados como Manaus, Maranhão, Piauí, Paraíba e Sergipe, cujo povo é apaixonado pelo futebol, estão fora do cenário nacional por força da desordem administrativa que campeia no futebol do Norte e Nordeste e pela forma discriminatória como essa banda do Brasil sempre foi tratada pela CBF.
domingo, 19 de junho de 2011
Ceará pode completar a saga
Ceará Sporting e ECBahia, únicos representantes nordestinos no Brasileirão 2011, não começam bem a temporada, mas ainda há tempo para reverter o quadro.
Na 5ª rodada, o Bahia apresentou indicativo que as contratações realizadas vão corresponder à expectativa de todos. A vitória sobre o Fluminense, antes de mais nada, foi justa pelo futebol vertical, organizado e equilibrado. O atacante Jobson voltou a mostrar um futebol impetuoso e fez o gol da vitória no último minuto.
O Ceará joga em casa, portanto, mais um motivo para completar a saga nordestina, nesse final de semana, diante do São Paulo - líder da competição com 100 % de aproveitamento. Antes de pensar nos desfalques sampaulinos, o Ceará deve estar preparado para jogar um futebol mais sólido. O técnico Vagner Mancini bem que poderia contar com a estreia do meia Belletti nesse jogo. Seria o diferencial.
Assim como o Bahia, o Ceará tem sofrido alterações, com a diferença de não estar utilizando os novos contratados. Enquanto o Bahia agiu rápido e contratou jogadores em condições de entrar no time, o Ceará demorou em contratar e ainda vai esperar o tempo de cada jogador para entrar em forma física.
Começar o campeonato bem é tão indefinido quanto começar o campeonato com tropeços. A oscilação para cima ou para baixo, a partir das dificuldades que cada equipe começa a sofrer, é que indica o rumo na tabela de classificação. O São Paulo será o primeiro exemplo, a começar pelo jogo de hoje em que terá vários desfalques.
Apesar de não contar com todos os reforços que a equipe necessita, o Ceará sofrerá alterações necessárias. Diego Macedo volta à lateral direita, Diego Sacoman entra na zaga e Heleno volta a compor o sistema defensivo. Pena que o volante Michel pode não jogar por cansaço muscular. A volta de Heleno sem Michel não dá o sentido real da mudança.
O técnico Mancini tenta encontrar o tal equilíbrio que eles (treinadores) tanto buscam. Os laterais precisam marcar e apoiar, os zagueiros precisam ter boa proteção dos volantes e os meias, necessariamente, precisam criar situações para as finalizações dos atacantes. A equipe precisa ser compacta para marcar e eficiente para construir e fazer o gol. O óbvio, que não tem acontecido.
O time alvinegro tem sentido as ausências do lateral Boiadeiro, do zagueiro Fabrício e do meia Geraldo por causa do entrosamento. Por isso, Mancini evitou trocar a posição do zagueiro Erivelton no miolo da zaga. Por tudo isso, seria o jogo ideal para as estreias do lateral direito Patrick, forte no apoio, e do meia Belletti, inteligente na criação de jogadas.
Cartas na mesa. O Bahia ganhou o primeiro lance. O Ceará pode fechar a saga nordestina. O objetivo, agora, é fugir da zona de rebaixamento para seguir disputando a competição com tranquilidade. O tricolor da Boa Terra saiu da zona e respira aliviado. O Ceará também poderá se afastar da zona e ganhar o sossego que toda equipe precisa para seguir na disputa.
domingo, 12 de junho de 2011
Júnior Pipoca anunciado pelo Bahia
O Bahia empatou, em 1 x 1, com o Atlético mineiro, no Estádio de Pituaçu, e anunciou a contratação do atacante Júnior Pipoca, atualmente no Ceará. A reação de parte da crônica esportiva baiana e parte da torcida tricolor não foi positiva. O resultado colocou o Bahia na zona e gerou uma onda favorável à demissão do técnico Renê Simões e desfavorável à contratação do atacante.
A goleada sofrida pelo Ceará, por 4 x 1, para o Atlético goianiense, também gerou reações contra o técnico Vágner Mancini. É sempre assim. O time perde e o técnico é o culpado. É verdade que os técnicos têm lá suas parcelas de culpa. Eles são os responsáveis pela arrumação da equipe, escolhendo os melhores, definindo o esquema e treinando posicionamento tático, mas não mandam sozinhos.
No caso do Bahia, os dirigentes trocaram três técnicos em seis meses. Como pode dar certo? No caso do Ceará, a diretoria ignorou a necessidade de qualificar o time, empurrou as contratações com a barriga ao sabor do título estadual 2011 e agora reclama que as pedidas estão fora da realidade financeira do clube. E quem paga é o técnico?
O time do Ceará foi como eu já previa. Fragilizado na marcação (por isso, Mancini recorreu a três volantes), pouco criativo pelo meio (apenas o meia Thiago Humberto para armar jogadas), sem forte presença de área (Iarley voltou ao ataque, mas não é atacante de área, e Nicácio esqueceu o caminho do gol depois que ganhou a briga pelos R$ 60 mil), enfim.
O tal equilíbrio entre os setores (defesa, meio e ataque) que os técnicos tanto falam não é observado no time do Ceará. Há desequilíbrio nas laterais, Fabrício saiu da zaga e fez falta, o meio não cria e o ataque tem enormes dificuldades. A diretoria sabe que precisa contratar cinco os mais jogadores de boa qualidade, mas não contrata, inclusive, por falta de dinheiro, e o treinador é o culpado?
Júnior Pipoca por R$ 80 mil
A torcida do Ceará ficou frustrada com a falta de gols de Júnior Pipoca. O atacante chegou do Vitória com a marca de 30 gols na temporada passada, mas foi "definhando" até chegar ao posto de terceira opção do ataque alvinegro. Perde para Osvaldo, Marcelo Nicácio, Washington e até Iarley (que é meia-atacante).
A torcida do Bahia está irritada com a notícia da contratação de Júnior, chamado de Diabo Louro pela torcida do Vitória, porque foi o carrasco dos Ba-Vis nos quais atuou. Quer dizer, o Júnior não está conseguindo agradar a ninguém. Que fase ruim. O rapaz perdeu o pai há cerca de 4 meses e deve estar enfrentando outros problemas particulares que atrapalham seu desempenho.
O que dizer? Não sei. Apesar de tudo, prefiro acreditar que Júnior vai dar a volta por cima. Ele não é o primeiro atacante a sofrer com o jejum de gols. Difícil é acreditar que estamos próximos de ver dirigentes capazes de contratar pouco e bem por conta de uma boa divisão de base, que dê sustentabilidade ao time.
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