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    terça-feira, 24 de janeiro de 2012

    Geraldo confessa: "Mudei de ideia".



    O retorno do meia Geraldo ao futebol cearense, pelas portas do Pici, repercute como pimenta no olho alheio, isto é, reclama quem sente a dor e festeja quem a provoca.

    Geraldo deixou o Ceará como ídolo da torcida e líder do time para jogar no Vitória, insatisfeito com a condição de reserva, mas não conseguiu ser titular no rubro-negro e muito menos ajudar no retorno da equipe à 1ª Divisão do Brasileiro. Com o insucesso, saiu dos planos para a temporada 2012.

    O que parecia ruim para Geraldo resultou numa oportunidade de ouro para o empresário Nivaldo Gomes, que recebia a missão de viabilizar um negócio para o volante Michel, cujo salário virou empecilho para sua continuidade no Ceará. Geraldo passou a ser uma moeda de valor.

    Numa tacada de mestre, Nivaldo levou Michel para o Vitória e trouxe Geraldo para o Fortaleza. Na verdade, o destino do meia seria Porangabuçu, mas teve pedra pelo caminho. Guardando segredo sobre as negociações, Nivaldo mudou a rota e desembarcou no Pici com o G10.

    A torcida do Ceará ficou dividida entre a indiferença e o sentimento de traição. Geraldo afirmou, claramente, ao deixar o Ceará que não jogaria em outro clube por aqui. A torcida do Fortaleza nem ligou pra isso, fez festa e embarcou na campanha de sócio-torcedor, agora liderada pelo G10 tricolor.

    Quando perguntado sobre aquelas declarações de amor fiel ao alvinegro, Geraldo foi enfático: "Mudei de ideia". Para o torcedor do Fortaleza, a chegada do ex-ídolo alvinegro tem um gostinho de vingança, exatamente no momento em que está confirmada a saída do lateral Guto para Porangabuçu, embora o contrato dele ainda esteja em vigor.

    Geraldo chegou fazendo bem a primeira etapa do serviço. Aumentou o número de adesões ao sócio-torcedor e melhorou a autoestima dos tricolores. A segunda parte será no campo. Apesar das opiniões polêmicas, o G10 pode reeditar os bons momentos do Ceará. Só depende dele.

    Se Geraldo for bem em campo, será aplaudido. Se for mal, será vaiado. Não tem perdão. A passionalidade do torcedor é assim. Todo cuidado é pouco. Só precisa de um combustível para transbordar, contra ou a favor.

    O futebol tem essa capacidade de mudar o humor das pessoas. Daqui a pouco, o torcedor do Fortaleza, que reclamava a presença do atacante Osvaldo no time do Ceará, vai festejar os milhares de reais que vão entrar no cofre tricolor por conta da transferência para o São Paulo. E quem valorizou Osvaldo fica chupando os dedos.

    O torcedor do Ceará que se sente traído por Geraldo vai festejar a chegada de Guto a Porangabuçu. E essa onda de emoções e passionalidades não vai acabar nunca. O próximo "vendaval" entre as torcidas tricolores e alvinegras pode se chamar Régis. O volante treina isolado, no Pici, enquanto aguarda o fim do contrato.

    quarta-feira, 16 de novembro de 2011

    Ceará perde de novo e fica à beira do abismo

    Ramirez precisou de 6 minutos para ganhar o jogo

    A torcida do Ceará viu, esta noite, no estádio Presidente Vargas, o mesmo filme de outras derrotas sofridas nesse Brasileirão. O alvinegro jogou melhor no 1º tempo, mas não foi eficiente, não fez o gol. O Corinthians melhorou no 2º tempo com a queda de rendimento físico do Ceará e ganhou o jogo. Ramirez entrou no lugar de Danilo, aos 30 minutos, e fez o gol da vitória seis minutos depois.

    A derrota do Ceará combinada com a vitória do Atlético paranaense sobre o São Paulo, por 1 x 0, e o empate do Cruzeiro com o Avaí, em 0 x 0, aumentou a distância entre o alvinegro e a permanência na Série A do Brasileirão. Também aumentou a necessidade do Ceará vencer o Grêmio no jogo de sábado, no estádio Olímpico, em Porto Alegre/RS.

    A 35ª rodada será fechada com o Atlético/PR na 17ª posição (37 pontos), Ceará na 18ª posição (35 pontos), América/MG na 19ª posição (34 pontos) e Avaí na 20ª posição (30 pontos). O Cruzeiro está imediatamente acima dos quatro últimos colocados da competição, na 16ª colocação, com 38 pontos, e será o penúltimo adversário do Ceará, no PV. Será um confronto direto que o Ceará não poderá perder.

    O jogo foi favorável ao Ceará, mas o Corinthians foi eficiente.

    No 1º tempo, o Ceará criou três boas oportunidades e desperdiçou todas: João Marcos, aos 7'; Felipe Azevedo, aos 20; bom momento com a bola aérea, aos 32', ficando apenas com o escanteio. O Corinthians só teve um bom momento, aos 23', quando o goleiro Fernando Henrique defendeu uma bola dividida com William. O Coringão não andou; o Vovô foi ineficiente.

    No 2º tempo, a partida ficou equilibrada. Aos poucos, o Corinthians foi aumentando o volume de jogo. O goleiro Fernando Henrique viu uma bola se chocar no poste direito dele, aos 23', e salvou o Ceará ao evitar o gol de Fábio Santos, aos 25'. Três minutos depois, Osvaldo esteve bem perto do gol em dois momentos: primeiro, o goleiro Júlio César defendeu a bola; depois Osvaldo chutou para fora.

    A bola castiga mesmo. O treinador Tite colocou  Ramirez no lugar de Danilo, quando o Ceará voltava a crescer. O goleiro Júlio César chegou a tirar uma bola quase em cima da linha do gol. Seis minutos depois da substituição, saiu o gol da vitória corinthiana. Ramirez fez o que Osvaldo não soube fazer no 1º tempo. Passou pelo zagueiro Fabrício e tirou a bola do goleiro Fernando Henrique: 1 x 0 Corinthians.

    O torcedor alvinegro mais otimista vai seguir fazendo contas até onde der. Matematicamente, não dá para afirmar que tudo está acabado para o alvinegro. O complicador é que o time não mostra eficiência e ainda passou a necessitar de tropeços dos concorrentes diretos. O torcedor menos otimista enrolou a bandeira e vai contar com ajuda da esperança.      

    sábado, 15 de outubro de 2011

    Ceará perde e reclama do apito



    Esse jogo não foi igual àquele que passou.

    O Ceará perdeu para o Flamengo, por 1 x 0, gol de Deivid, aos 41' do 1º tempo, e saiu de campo com outros prejuízos nessa 30ª rodada do Brasileirão. O volante Heleno foi expulso, aos 6' do 2º tempo, juntamente com Ronaldinho Gaúcho, depois que os dois trocaram cotoveladas em lance lateral ao campo. O atacante Osvaldo foi derrubado dentro da área, no finalzinho do jogo, reclamou a marcação do pênalti, mas recebeu cartão amarelo. Osvaldo insistiu na reclamação e recebeu o 2º cartão amarelo e, consequentemente, o cartão vermelho.

    Antes do início do jogo, já no estádio Presidente Vargas, o meia Rudnei não gostou de ter sido cortado da relação dos 20 concentrados e deixou o vestiário reclamando em voz alta e foi para casa. O dirigente Robinson de Castro não gostou do comportamento de Rudnei, mas admitiu que uma conversa com mais calma pode esclarecer a atitude do jogador. Apesar disso, o dirigente deixou claro que vai cobrar mais comprometimento do grupo.

    O árbitro André Luiz Castro exagerou nas expulsões de Heleno e Ronaldinho Gaúcho. Não havia motivos para cartão vermelho direto. O jogo perdeu a qualidade após as expulsões. O Flamengo saiu mais prejudicado, porque perdeu a articulação de Ronaldinho. O Ceará passou a pressionar mais, contudo seguiu errando na finalização das jogadas e o gol do empate não saiu.

    O técnico Wanderley Luxemburgo colocou Negueba e Diego Maurício na tentativa de puxar contra-ataques, ainda assim o Ceará seguiu com maior volume de ataque. As alterações do técnico Estevam Soares também não surtiram o efeito desejado. As entradas de Felipe Azevedo, Washington e Enrico também pouco acrescentaram na criação e na qualidade das jogadas de ataque.

    Enfim, o Ceará terá uma semana para administrar os problemas internos, se é que existem, uma vez que a diretoria os nega. O certo é que pelo menos Marcelo Nicácio e Rudnei terão de passar por conversas de pé de ouvido para que Estevam Soares receba ou não o sinal verde para aproveitá-los nos próximos jogos. O próximo compromisso será domingo, em Coritiba/PR, contra o Atlético.

    Ah! O meia Leandro Chaves recebeu o 3º cartão amarelo e está fora do time para o próximo jogo.

    domingo, 28 de agosto de 2011

    Ceará "broca" Bahia três vezes no PV

    Edmilson fez golaço de falta

    E Júnior Pipoca nem "brocou", mas andou próximo. O goleiro Diego foi o responsável pelo artilheiro não ter feito o gol prometido contra o ex-clube dele. Aliás, Diego contribuiu muito para a vitória do Ceará sobre o Bahia, por 3 x 0, esta tarde, no Estádio Presidente Vargas, na última rodada do primeiro turno do Brasileirão. Osvaldo foi decisivo na jogada do segundo gol, depois de várias tentativas frustradas.

    O Bahia foi melhor no primeiro tempo e no segundo tempo endureceu o jogo, mas foi surpreendido pelo contra-ataque de Osvaldo, aos 35", que serviu a bola na "bandeja" para Felipe Azevedo fazer o segundo gol. Aquele gol foi decisivo, porque esfriou a "fervura" que o Bahia havia colocado no jogo. Quatro minutos antes do gol, Diego fez duas defesas à queima-roupa em ataque trabalhado por Lulinha e Júnior Pipoca.

    Se o Bahia tivesse empatado o jogo àquela altura do segundo tempo, seguramente a história seria outra, ainda que o Ceará chegasse à vitória. O Bahia lutou muito, desde o momento em que sofreu o gol de Thiago Humberto, aos 16'. Somente Júnior Pipoca teve três boas oportunidades para empatar o jogo ainda no primeiro tempo.

    Depois que sofreu o gol de Felipe Azevedo, o Bahia "gelou". Marcelo Nicácio ainda acertou o poste direito do goleiro Tiago antes do terceiro gol, fruto de uma cobrança de falta milimétrica de Edmilson. Do ponto de vista do Bahia, não será exagero se disserem que o placar foi injusto. Prefiro dizer, no entanto, que o Ceará foi oportunista e eficiente diante de um time que batalhou, mas foi ineficiente.

    O técnico Vágner Mancini mexeu bem no time no segundo tempo. Trocou Boiadeiro por Patrick, Thiago Humberto por Felipe Azevedo e Marcelo Nicácio por Edmilson. A primeira alteração não surtiu tanto efeito porque Renê Simões anulou Patrick com a entrada de Maranhão no lugar do lateral esquerdo Dodô. No geral, as mudanças na defesa surtiram efeito.

    O Bahia retornou para Salvador à beira do abismo, na 16ª colocação, com 20 pontos, enquanto o Ceará ficou na 13ª posição, com 25 pontos. A derrota agitou a torcida tricolor e a imprensa baiana deixou o PV dando a demissão do técnico Renê Simões como certa.

    Ficha do jogo no Estádio Presidente Vargas, às 16h, pelo Brasileirão.

    Ceará - Diego, Cléber, Fabrício e Erivelton; Boiadeiro (Patrick), Michel, Eusébio, Thiago Humberto (Felipe Azevedo) e Vicente; Osvaldo e Marcelo Nicácio (Edmilson).

    Bahia - Marcelo Lomba (Tiago), Marcos, Paulo Miranda, Tite e Dodô (Maranhão); Marcone, Fabinho, Diones (Reinaldo) e Lulinha; Jones e Júnior Pipoca.

    Gols - Thiago Humberto, aos 16' minutos (1º tempo); Felipe Azevedo, aos 35'; Edmilson, aos 46' (2º tempo).

    Cartões amarelos - Marcelo Lomba, Tite, Fabinho e Lulinha (todos do Bahia).

    Renda - R$ 133.297,00 para um público pagante de 18.923.

    Árbitro - Wilton Sampaio (DF), auxiliado por Erich Bandeira (PE) e Fábio Pereira (TO).
         

    domingo, 19 de junho de 2011

    São Rogério Ceni operando milagres


    O Ceará Sporting perdeu por 2 x 0, no Estádio Presidente Vargas, para o São Paulo, que mantém a escrita de  nunca ter perdido no PV. Na história de Ceará x São Paulo são três vitórias e três empates. Nesse jogo, o time alvinegro jogou bem, criou oportunidades, desperdiçou um pênalti e esbarrou nas defesas do goleiro São Rogério Ceni.

    O São Paulo tirou proveito das poucas oportunidades que criou e fez um gol em cada tempo. Aos 34' do 1º tempo, o volante Heleno caiu e perdeu a bola, que foi tocada para Marlos, dentro da área, pela esquerda, de onde ele chutou no canto esquerdo de Fernando Henrique. Aos 20' do 2º tempo, o meia Lucas dominou pela intermediária e saiu fazendo fila (passou até pelo goleiro) e marcou o segundo gol.

    O Ceará desperdiçou um pênalti, aos 20', cobrado pelo atacante Osvaldo. É verdade que Rogério Ceni saltou no canto certo, mas Osvaldo telegrafou a cobrança e colaborou com a defesa. Até ali, o Ceará estava melhor e o próprio Osvaldo já havia desperdiçado uma boa chance de marcar. Foi a primeira boa defesa de Rogério Ceni.

    No segundo tempo, o Ceará voltou a jogar bem. Rogério Ceni fez quatro defesas espetaculares. A diferença foi de qualidade em campo. O São Paulo tem mais qualidade e fez a diferença. O técnico Paulo César Carpegiani sentiu a constante presença do Ceará no ataque e mudou o esquema tático, aos 5' do 2º tempo, quando saiu do 4 x 4 x 2 para o 3 x 5 x 2. Os sampaulinos ganharam mais solidez.

    Do outro lado, o técnico Vágner Mancini abriu mão do volante Eusébio e colocou o atacante Washington, aos 13', cedeu mais espaços ao adversário e sofreu o segundo gol aos 20'. Ainda assim, com a entrada do meia Diguinho, aos 19', o Ceará criou três boas chances, mas Rogério Ceni operou milagres.

    No vestiário, o técnico Vagner Mancini fez a correta leitura do jogo e adiantou que vai continuar mexendo na equipe até encontrar a formação ideal. Sinalizou, inclusive, com a possibilidade de estrear alguns reforços, principalmente o lateral direito Patrick e o meia Belletti. 

    Enfim, continuo afirmando que o Ceará chegou atrasado na estação, isto é, a diretoria não contratou a tempo de qualificar a equipe para o Brasileiro e os problemas de contusão chegaram na segunda rodada, bem antes do previsto por todos nós. Por essas e outras que o presidente Evandro Leitão disse "NÃO vou demitir Vagner Mancini", reagindo a apelos de parte da torcida.  

    domingo, 12 de junho de 2011

    Júnior Pipoca anunciado pelo Bahia


    O Bahia empatou, em 1 x 1, com o Atlético mineiro, no Estádio de Pituaçu, e anunciou a contratação do atacante Júnior Pipoca, atualmente no Ceará. A reação de parte da crônica esportiva baiana e parte da torcida tricolor não foi positiva. O resultado colocou o Bahia na zona e gerou uma onda favorável à demissão do técnico Renê Simões e desfavorável à contratação do atacante.

    A goleada sofrida pelo Ceará, por 4 x 1, para o Atlético goianiense, também gerou reações contra o técnico Vágner Mancini. É sempre assim. O time perde e o técnico é o culpado. É verdade que os técnicos têm lá suas parcelas de culpa. Eles são os responsáveis pela arrumação da equipe, escolhendo os melhores, definindo o esquema e treinando posicionamento tático, mas não mandam sozinhos.

    No caso do Bahia, os dirigentes trocaram três técnicos em seis meses. Como pode dar certo? No caso do Ceará, a diretoria ignorou a necessidade de qualificar o time, empurrou as contratações com a barriga ao sabor do título estadual 2011 e agora reclama que as pedidas estão fora da realidade financeira do clube. E quem paga é o técnico?

    O time do Ceará foi como eu já previa. Fragilizado na marcação (por isso, Mancini recorreu a três volantes), pouco criativo pelo meio (apenas o meia Thiago Humberto para armar jogadas), sem forte presença de área (Iarley voltou ao ataque, mas não é atacante de área, e Nicácio esqueceu o caminho do gol depois que ganhou a briga pelos R$ 60 mil), enfim.

    O tal equilíbrio entre os setores (defesa, meio e ataque) que os técnicos tanto falam não é observado no time do Ceará. Há desequilíbrio nas laterais, Fabrício saiu da zaga e fez falta, o meio não cria e o ataque tem enormes dificuldades. A diretoria sabe que precisa contratar cinco os mais jogadores de boa qualidade, mas não contrata, inclusive, por falta de dinheiro, e o treinador é o culpado?

    Júnior Pipoca por R$ 80 mil

    A torcida do Ceará ficou frustrada com a falta de gols de Júnior Pipoca. O atacante chegou do Vitória com a marca de 30 gols na temporada passada, mas foi "definhando" até chegar ao posto de terceira opção do ataque alvinegro. Perde para Osvaldo, Marcelo Nicácio, Washington e até Iarley (que é meia-atacante).

    A torcida do Bahia está irritada com a notícia da contratação de Júnior, chamado de Diabo Louro pela torcida do Vitória, porque foi o carrasco dos Ba-Vis nos quais atuou. Quer dizer, o Júnior não está conseguindo agradar a ninguém. Que fase ruim. O rapaz perdeu o pai há cerca de 4 meses e deve estar enfrentando outros problemas particulares que atrapalham seu desempenho.

    O que dizer? Não sei. Apesar de tudo, prefiro acreditar que Júnior vai dar a volta por cima. Ele não é o primeiro atacante a sofrer com o jejum de gols. Difícil é acreditar que estamos próximos de ver dirigentes capazes de contratar pouco e bem por conta de uma boa divisão de base, que dê sustentabilidade ao time.           

    domingo, 8 de maio de 2011

    Ceará é Campeão arrastão 2011

    O Ceará é campeão arrastão 2011 com méritos, após vencer o Guarani de Juazeiro, por 5 x 0, na reabertura do Estádio Presidente Vargas. Com a vitória, o alvinegro conquistou o 2º turno e, como já havia conquistado o 1º turno, arrastou o título do Campeonato Cearense de Futebol.
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    A galeria de troféus, em Porangabuçu, que já havia recebido o troféu do 1º turno, recebe mais dois (o maior e o menor). O Guarani recebe o troféu de vice. Os jogadores deram a volta olímpica e a torcida festejou na arquibancada por quase 1 hora.
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    O Guaraju foi apático no 1º tempo e desapareceu nos 45 minutos finais, mesmo assim a conquista alvinegra não pode ser ofuscada. Se um não jogou, o outro cumpriu o papel de quem perseguia o título. O Ceará fechou o 1º tempo com 3 x 0 no placar, fez mais dois gols e treinou no 2º tempo.
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    Atacante Iarley ficou no banco de reservas por ordem médica, Osvaldo entrou e imprimiu velocidade ao ataque alvinegro. O lateral Vicente saiu machucado, no finalzinho do 1º tempo, Diego Maurício entrou bem e por pouco não fez gol também.
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    O meia Thiago Humberto fez dois gols, o atacante Marcelo Nicácio também fez dois gols e Osvaldo fez o quinto gol. O Guarani criou poucas chances de marcar. O atacante Netinho perdeu duas boas oportunidades no 1º tempo e no 2º tempo acertou o travessão (incrível, ele estava embaixo do gol quando chutou a bola.
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    Em meio à comemoração, o treinador Vágner Mancini lembrou que o título também foi construído por Dimas Filgueiras, campeão do 1º turno. Dimas não se fez de rogado e participou da festa alvinegra como integrante da comissão técnica.
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    No calor das comemorações, o presidente Evandro Leitão anunciou que deve contratar sete ou mais jogadores para o Brasileirão 2011 para melhorar a qualidade técnica do time. A torcida quer continuar festejando o título após o jogo de quarta-feira, aqui mesmo no PV, contra o Flamengo, pela Copa do Brasil.
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    Parabéns, torcida alvinegra CAMPEÃ 2011!