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    domingo, 28 de agosto de 2011

    Júnior Pipoca avisa que vai "brocar"




    No Vitória ele era chamado de Júnior "Diabo Loiro", quando veio jogar no Ceará disse que havia deixado o apelido em Salvador e não gostava de ser chamado de "Júnior Pipoca", apelido que herdou na época em que jogou no Fortaleza, por volta de 1997. Agora, de volta para jogar no Bahia, é chamado de "Anjo Tricoloiro".

    O artilheiro deixou saudades no Vitória, onde fez 30 gols na temporada de 2009, mas na passagem pelo Ceará não repetiu a artilharia, marcou apenas cinco gols, saiu e não deixou saudades. Nesse domingo, Júnior ou "Anjo Tricoloiro" volta à Fortaleza como titular do Bahia e, veladamente, ao falar para a imprensa baiana, prometeu "brocar".

    Na verdade, Júnior Pipoca, 35 anos, quis dizer que vai fazer gol no Ceará, tomando emprestado o termo utilizado pelo locutor baiano, João Andrade, da Rádio Metrópole FM. Mesmo dizendo que não tem rancor do Ceará, o artilheiro fez queixas por ter sido pouco aproveitado no Vozão.

    Avisou Júnior: "Sempre é uma tristeza quando não somos aproveitados. Aprendi muito com essa situação e estou no Bahia agora. Virei rival e não vou dar moleza. Espero continuar nesse ritmo e brocar lá".

    Ao mesmo tempo, o artilheiro reconheceu que não é fácil enfrentar o Ceará no Estádio Presidente Vargas. Advertiu: "O Bahia não pode se afobar. Você pensa que eles vão vir pra cima, mas isso não acontece. O time gosta de esperar. Precisamos ser inteligentes".

    E disse mais: "Vai ser uma guerra. A torcida enche e canta o tempo todo. A gente não pode ter medo disso. Chegou a hora do nosso time engrenar e começar o segundo turno forte".

    A torcida do Ceará vai agradecer se Júnior "pipocar" em vez de "brocar".

    domingo, 12 de junho de 2011

    Júnior Pipoca anunciado pelo Bahia


    O Bahia empatou, em 1 x 1, com o Atlético mineiro, no Estádio de Pituaçu, e anunciou a contratação do atacante Júnior Pipoca, atualmente no Ceará. A reação de parte da crônica esportiva baiana e parte da torcida tricolor não foi positiva. O resultado colocou o Bahia na zona e gerou uma onda favorável à demissão do técnico Renê Simões e desfavorável à contratação do atacante.

    A goleada sofrida pelo Ceará, por 4 x 1, para o Atlético goianiense, também gerou reações contra o técnico Vágner Mancini. É sempre assim. O time perde e o técnico é o culpado. É verdade que os técnicos têm lá suas parcelas de culpa. Eles são os responsáveis pela arrumação da equipe, escolhendo os melhores, definindo o esquema e treinando posicionamento tático, mas não mandam sozinhos.

    No caso do Bahia, os dirigentes trocaram três técnicos em seis meses. Como pode dar certo? No caso do Ceará, a diretoria ignorou a necessidade de qualificar o time, empurrou as contratações com a barriga ao sabor do título estadual 2011 e agora reclama que as pedidas estão fora da realidade financeira do clube. E quem paga é o técnico?

    O time do Ceará foi como eu já previa. Fragilizado na marcação (por isso, Mancini recorreu a três volantes), pouco criativo pelo meio (apenas o meia Thiago Humberto para armar jogadas), sem forte presença de área (Iarley voltou ao ataque, mas não é atacante de área, e Nicácio esqueceu o caminho do gol depois que ganhou a briga pelos R$ 60 mil), enfim.

    O tal equilíbrio entre os setores (defesa, meio e ataque) que os técnicos tanto falam não é observado no time do Ceará. Há desequilíbrio nas laterais, Fabrício saiu da zaga e fez falta, o meio não cria e o ataque tem enormes dificuldades. A diretoria sabe que precisa contratar cinco os mais jogadores de boa qualidade, mas não contrata, inclusive, por falta de dinheiro, e o treinador é o culpado?

    Júnior Pipoca por R$ 80 mil

    A torcida do Ceará ficou frustrada com a falta de gols de Júnior Pipoca. O atacante chegou do Vitória com a marca de 30 gols na temporada passada, mas foi "definhando" até chegar ao posto de terceira opção do ataque alvinegro. Perde para Osvaldo, Marcelo Nicácio, Washington e até Iarley (que é meia-atacante).

    A torcida do Bahia está irritada com a notícia da contratação de Júnior, chamado de Diabo Louro pela torcida do Vitória, porque foi o carrasco dos Ba-Vis nos quais atuou. Quer dizer, o Júnior não está conseguindo agradar a ninguém. Que fase ruim. O rapaz perdeu o pai há cerca de 4 meses e deve estar enfrentando outros problemas particulares que atrapalham seu desempenho.

    O que dizer? Não sei. Apesar de tudo, prefiro acreditar que Júnior vai dar a volta por cima. Ele não é o primeiro atacante a sofrer com o jejum de gols. Difícil é acreditar que estamos próximos de ver dirigentes capazes de contratar pouco e bem por conta de uma boa divisão de base, que dê sustentabilidade ao time.           

    terça-feira, 27 de abril de 2010

    COINCIDÊNCIAS DEMAIS!

    O que eles - Júnior Pipoca (E) e Paulo Isidoro (D) - têm parecidos nessa reta final dos campeonatos baiano e cearense?
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    Em uma conversa despropositada, por telefone, antes do início do programa, na noite dessa segunda-feira, eu e o veterano narrador da Rádio Globo Fortaleza, Júlio Salles, chegamos à conclusão que esses dois experientes jogadores têm caminhos cruzados e algumas coincidências à essa altura dos acontecimentos, senão vejamos:
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    1 - Júnior Pipoca começou a carreira no Fortaleza (Leão do Pici); Paulo Isidoro começou a carreira no Vitória (Leão da Barra).
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    2 - Júnior Pipoca marcou o gol que deu a vantagem ao Vitória para a decisão de domingo; Paulo Isidoro marcou o gol que deixou o Fortaleza com a vantagem para domingo.
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    3 - Os dois gols foram marcados aos 34 minutos do segundo tempo.
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    4 - Os dois jogadores andaram ameaçados de não participar da final; Paulo Isidoro segue sob cuidados médicos e Júnior Pipoca será julgado pelo Tribunal da FBF.
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    5 - No início da temporada, Júnior Pipoca chegou a 'namorar' com o Fortaleza; Paulo Isidoro chegou a ser lembrado pelo Vitória.
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    6 - A diferença está na idade. A diferença, no entanto, é de apenas 2 anos, 7 meses e meio. Júnior (como é chamado na Bahia) tem 33 anos e dez meses; Isidoro tem 36 anos e seis meses.
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    7 - Como atletas também trilharam por caminhos parecidos. José Luiz Guimarães Sanabio Júnior começou a carreira, em 1999, e logo ganhou a Europa. Só voltou, agora, e entrou no Vitória pela 'porta dos fundos', submetendo-se a testes; Alex Sandro Santana de Oliveira começou, em 1991, e percorreu o país conquistando títulos. Também esteve no Japão e na Turquia.
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    O que mais falta?
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    Ah! Se forem campeões darão o título de tetracampeão aos seus respectivos clubes. Quanta coincidência!
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    A única diferença real é que eu sou Vitória e Júlio Salles é Fortaleza.