Jota Lacerda é comentarista da Rádio Assunção Cearense - 620 AM, às 18h e 23h. Comenta futebol e cotidiano. Sejam bem-vindos. Opinem, por favor, motivando o debate. Falem conosco pelo e-mail jlreporter2@gmail.com
Flamengo x Ceará, jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, no estádio Engenhão, é o de nº 18 da história desse confronto. O Flamengo já venceu 9 vezes contra 3 vitórias do Ceará e 5 empates. Os rubro-negros marcaram 27 gols e sofreram 17 gols alvinegros. O último encontro entre Flamengo e Ceará aconteceu ano passado, no estádio Castelão, pela 33ª rodada do Brasileirão 2010, com empate em 2 a 2.
Pela Copa do Brasil, rubro-negros e alvinegros se encontraram quatro vezes. Em 2003, pela 2ª fase, o Ceará ganhou, no Castelão, por 1 a 0, e perdeu no Maracanã, por 1 a 0. O Flamengo se classificou após vencer nos pênaltis, por 4 a 3. Em 2005, pelas oitavas de final, o Ceará venceu o Flamengo, em Campo Grande/MS (Maracanã estava em obras), e empatou, em 1 a 1, no Castelão, conquistando a classificação.
Como observamos, nunca houve facilidade para nenhuma das duas equipes. Hoje não será diferente. O Ceará tem problemas na proteção da área com a ausência do volante Michel. Os substitutos dele (Heleno e Douglas Silva) também estão fora do jogo. O Flamengo não tem o lateral Léo Moura nem o zagueiro David Braz. Na dividida, entendo que o Ceará perde mais que o Flamengo com as mudanças.
É um jogo que exige larga margem de acertos no sistema defensivo e bom aproveitamento nas finalizações. O Ceará precisará marcar os meias e atacantes de Flamengo com precisão. O rubro-negro ataca em massa, às vezes, com quatro jogadores em deslocamentos rápidos, na diagonal, para confundir a marcação dos zagueiros.
O Ceará precisa melhorar a qualidade da construção de jogadas pelo meio campo, para facilitar a vida dos atacantes, assim como precisa bloquear as jogadas iniciadas pelo adversário lá na intermediária adversária. Aguardemos a bola rolar.
Aos 15 anos de idade, em Feira de Santana/BA, as Artes Gráficas ensaiavam, nesse cronista de hoje, o blogueiro cinquentão.
Depois da gráfica, a redação de jornal, o plantão esportivo, as delegacias de polícia, os estádios de futebol, os eventos de rua, as solenidades e os estúdios de rádio e, agora, o blog. Já se foram 33 anos de frenético rádiojornalismo. Agora, outra face. Jota Lacerda Comenta o que fala no rádio, o que pensa do mundo e o que sente como participante e espectador do grande universo.
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