Jota Lacerda é comentarista da Rádio Assunção Cearense - 620 AM, às 18h e 23h. Comenta futebol e cotidiano. Sejam bem-vindos. Opinem, por favor, motivando o debate. Falem conosco pelo e-mail jlreporter2@gmail.com
Incrível!
A história é sempre uma repetição de fatos, com outros personagens, em outros lugares, às vezes, com um final diferente. Léo Briglia não foge do comum. Quando ele mesmo começou a falar de suas peripécias, eu "viajei" na imaginação e lembrei do meu pai (sêo Ângelo, hoje com 98 anos, morando em Feira de Santana/Bahia), que me proibia de "jogar bola" (expressão regional) com uma pergunta: "Você quer ser capitão de areia?".
Essa expressão "capitão de areia" está nas obras de Jorge Amado, nascido e criado em Ilhéus/Sul da Bahia, na região onde nasceu Léo Briglia. Jogar futebol, naquela época, para nossos pais, era ser candidato a vagabundo. Léo Briglia driblou o pai dele, mas não driblou a vida. Por causa das atitudes "malandras" ficou fora da seleção brasileira de 1958. Deu Pelé e deu no que deu.
Um comentário:
Anônimo
disse...
Olá XARÁ: E que alegria ao ver esta matéria. Remeteu-me a tempos onde valia a pena assistir tabalhando ou não as partidas de futebol. Qta saudade!!!! Abrçs, Jota. Roy Lacerda.
Aos 15 anos de idade, em Feira de Santana/BA, as Artes Gráficas ensaiavam, nesse cronista de hoje, o blogueiro cinquentão.
Depois da gráfica, a redação de jornal, o plantão esportivo, as delegacias de polícia, os estádios de futebol, os eventos de rua, as solenidades e os estúdios de rádio e, agora, o blog. Já se foram 33 anos de frenético rádiojornalismo. Agora, outra face. Jota Lacerda Comenta o que fala no rádio, o que pensa do mundo e o que sente como participante e espectador do grande universo.
Um comentário:
Olá XARÁ: E que alegria ao ver esta matéria. Remeteu-me a tempos onde valia a pena assistir tabalhando ou não as partidas de futebol. Qta saudade!!!! Abrçs, Jota. Roy Lacerda.
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