Jota Lacerda é comentarista da Rádio Assunção Cearense - 620 AM, às 18h e 23h. Comenta futebol e cotidiano. Sejam bem-vindos. Opinem, por favor, motivando o debate. Falem conosco pelo e-mail jlreporter2@gmail.com
O Ferroviário Atlético Clube aparece, nesse final de primeiro turno, como o mico do campeonato cearense. O grupo gestor, identificado apenas por Gaúcho, Rômulo e Mirandinha, montou um time fraco e sonhou em disputar as primeiras posições do certame para garantir a vaga cearense, aberta na Série D do Brasileirão. O resultado é abaixo da crítica, com o time na lanterna e a queda, inevitável, do treinador Mirandinha e a permanência do gestor Mirandinha.
O emergente treinador Filinto Holanda largou o Horizonte, que não repete a boa campanha do ano passado, para assumir o Ferroviário. Uma atitude corajosa, mas não basta só isso. O grupo gestor precisa contratar jogadores de qualidade comprovada para salvar o time coral do rebaixamento para a 2ª divisão, por incrível que pareça.
Na arbitragem, o maior mico do primeiro turno é de Gleysto Gonçalves, um árbitro da nova geração com boas atuações. No jogo Guarani de Juazeiro 3 x 3 Guarany de Sobral, com a volta triunfal de Wanderley, marcando três gols pelo Guarasol, Gleysto Gonçalves inventou regra.
Um lance isolado, em que Wanderley estava sendo atendido fora de campo, o goleiro Claudevan atirou-lhe uma garrafa d'água (brincadeira de mal gosto), depois de ter reiniciado o jogo. Alertado pelo assistente, Arnaldo Lima, o árbitro errou duas vezes: marcou pênalti e advertiu o goleiro com cartão amarelo.
Já não bastava o árbitro Luzimar Siqueira ter apitado uma decisão de campeonato amador, na cidade de Irapuan Pinheiro, 24 horas antes do último clássico-rei Ceará 3 x 1 Fortaleza, no Castelão, para o qual ele havia sido sorteado no meio da semana. Luzimar foi punido com suspensão de 30 dias. Chega de mico!
Aos 15 anos de idade, em Feira de Santana/BA, as Artes Gráficas ensaiavam, nesse cronista de hoje, o blogueiro cinquentão.
Depois da gráfica, a redação de jornal, o plantão esportivo, as delegacias de polícia, os estádios de futebol, os eventos de rua, as solenidades e os estúdios de rádio e, agora, o blog. Já se foram 33 anos de frenético rádiojornalismo. Agora, outra face. Jota Lacerda Comenta o que fala no rádio, o que pensa do mundo e o que sente como participante e espectador do grande universo.
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